Antes de mais peço desculpa ao meus leitores (por muito poucos que possam ser) pela total falta de actividade em quase 2 meses. A verdade é que, para além de andar completamente sem inspiração, ando completamente cheia de trabalho na faculdade.
De onde vem a inspiração? Um banco qualquer diz, mto filosoficamente, que a vida os inspira. Que vida tão interessante devem ter! Porque da minha não sai nada... A menos que vos entedie com os meus novos conhecimentos aprofundados sobre os efeitos tóxicos do Arsénio e a intoxicação em massa que ocorre no Bangladesh. Claro que posso sempre discorrer sobre os meus recém adquiridos conhecimentos sobre as características e estado de conservação do Falcão peregrino em Portugal.
Hmm... acho que consigo sentir os bocejos.
Bem, eu não me estou a queixar, compreendam. Acho extremamente interessante tanto um tema como outro e a verdade é que tem ambos ocupado uma parte significativa do meu tempo.
Então de onde vem a inspiração? Para mim, surge de tantos sítios diferentes, no entanto, de momento esses estão indisponíveis. Filmes, livros, notícias, visitas. Tanta coisa. Mas sinceramente, cada vez mais são coisas que me interessam a mim, e de que maneira, mas que eu tenho noção que são terrivelmente aborrecidas para os restantes. Talvez eu me devesse ter ficado pelos post sentimentalistas e angustiantes do Lady's Mind ou pelos extremamente aleatórios no Random Thoughts. Talvez isto não seja o melhor para mim.
Ou talvez ainda não tenha descoberto nada que mexa comigo o suficiente, para o considerar importante e interessante o suficiente para o partilhar convosco. Quem sabe, talvez em breve. Talvez não.
Entretanto, ficam com este post, à laia de filler (para os não-geeks e para quem não tira o significado imediato da palavra, filler é algo que não tem grande interesse e é só para encher, literalmente, e empatar até que a parte verdadeira/ interessante comece. Muito recorrente em animes).
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